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CNJ mantém juiz afastado do processo de falência do Banco Santos

O plenário do CNJ confirmou o afastamento do juiz Paulo Furtado de Oliveira Filho por conduta inadequada na condução do caso Banco Santos.

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Foto: G1 Política
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18/08 às 19:15

Pontos principais

  • O corregedor Mauro Campbell Marques ratificou a decisão de afastar o magistrado do processo falimentar.
  • O juiz é acusado de sugerir, em reuniões extraprocessuais, a venda do Banco Santos ao Banco Master.
  • Há relatos de que o magistrado teria interferido na escolha dos advogados que atuam no caso.
  • O processo de falência do Banco Santos segue suspenso por determinação do Conselho Nacional de Justiça.

O plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu manter o juiz Paulo Furtado de Oliveira Filho afastado do processo de falência do Banco Santos. A medida ratifica a decisão do corregedor Mauro Campbell Marques, que apontou condutas incompatíveis com o exercício da magistratura. Segundo as investigações, o juiz teria sugerido, em encontros extraprocessuais, que os herdeiros de Edemar Cid Ferreira vendessem a instituição ao Banco Master, além de supostamente interferir na atuação dos advogados constituídos no caso. O afastamento, que se restringe especificamente ao processo falimentar, visa garantir a integridade e a imparcialidade do trâmite judicial. Atualmente, o processo de falência permanece suspenso por ordem do CNJ enquanto as apurações sobre a conduta do magistrado prosseguem, destacando a importância da ética e do distanciamento necessário entre o julgador e as partes envolvidas em litígios de grande complexidade financeira.

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