Casa Branca defende voto de Trump por correio em primárias
O governo justifica o uso do voto por correio pelo presidente, citando exceções legais enquanto busca restringir o método em nível nacional.
Pontos principais
- Donald Trump utilizou o voto por correio nas primárias republicanas da Flórida em março.
- A Casa Branca afirma que o ato está alinhado às exceções de 'bom senso' previstas na Lei SAVE America.
- O governo Trump promove uma campanha nacional contra o voto universal por correio, alegando riscos de fraude.
- O Departamento de Justiça tenta, via Suprema Corte, implementar restrições federais ao voto por correspondência.
- Estados americanos contestam a medida, defendendo que a competência sobre regras eleitorais cabe aos estados e ao Congresso.
A Casa Branca saiu em defesa do presidente Donald Trump após a revelação de que ele utilizou o voto por correio durante as primárias republicanas na Flórida. A porta-voz Olivia Wales justificou a ação citando exceções previstas na Lei SAVE America, que permitem o método em casos específicos, como viagens ou serviço militar. O episódio ocorre em meio a uma ofensiva do governo Trump para restringir o voto por correspondência em todo o país, sob o argumento de que o sistema é vulnerável a fraudes. Atualmente, o Departamento de Justiça busca na Suprema Corte autorização para um decreto que limitaria o uso do voto postal. A iniciativa enfrenta resistência de diversos estados, que argumentam que a definição das normas eleitorais é uma competência constitucional dos estados e do Legislativo, e não do Poder Executivo federal.
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