Rússia descarta cessar-fogo imediato na Ucrânia
O chanceler Sergei Lavrov afirmou que um acordo de paz duradouro é necessário e acusou os EUA de envolvimento direto em ataques contra solo russo.
Pontos principais
- Sergei Lavrov condicionou o fim das hostilidades a um acordo de longo prazo.
- Moscou prometeu intensificar ataques contra suprimentos militares ocidentais na Ucrânia.
- O governo russo solicitou esclarecimentos aos EUA sobre o fornecimento de inteligência para ataques ucranianos.
- Negociações de paz permanecem paralisadas desde o início do conflito entre Estados Unidos e Irã em fevereiro.
O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, descartou a possibilidade de um cessar-fogo imediato na Ucrânia, enfatizando que qualquer interrupção nas hostilidades deve estar vinculada a um acordo de paz abrangente e de longo prazo. Durante declarações recentes, Lavrov acusou os Estados Unidos de participação direta no conflito, alegando que o país fornece inteligência para ataques ucranianos em território russo. Em resposta, Moscou anunciou que intensificará as operações militares contra suprimentos ocidentais destinados às forças ucranianas. O cenário diplomático permanece complexo, com negociações estagnadas desde fevereiro, período marcado pela entrada dos Estados Unidos em um conflito contra o Irã. Além disso, divergências sobre propostas de paz anteriores, mencionadas por Lavrov e negadas pelo secretário de Estado Marco Rubio, reforçam a distância entre as posições das potências globais.
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