Senado debate demora na oferta de tratamentos para HPN no SUS
Audiência pública cobra a disponibilização de medicamentos incorporados ao SUS para pacientes com a rara Hemoglobinúria Paroxística Noturna.
Pontos principais
- O medicamento ravulizumabe foi incorporado ao SUS em 2024, mas ainda não chegou aos pacientes.
- Especialistas defendem a ampliação de opções terapêuticas para atender às necessidades clínicas específicas da HPN.
- A Conitec analisa atualmente outros três tratamentos para a doença rara.
- O Ministério da Saúde informou que avalia a eficácia e os custos de novas tecnologias para a rede pública.
Uma audiência pública realizada no Senado discutiu a urgência na oferta de tratamentos para a Hemoglobinúria Paroxística Noturna (HPN) no Sistema Único de Saúde (SUS). Embora o ravulizumabe tenha sido oficialmente incorporado à rede pública em 2024, participantes do debate apontaram que o fármaco ainda não está disponível para os pacientes, gerando críticas sobre a morosidade do processo. A senadora Damares Alves destacou o impacto negativo dessa demora na qualidade de vida dos enfermos, reforçando a necessidade de agilidade estatal. Representantes do Ministério da Saúde afirmaram que a pasta segue avaliando a eficácia e a viabilidade econômica de novas tecnologias, enquanto a Conitec analisa outras três opções terapêuticas. A diversidade de tratamentos é considerada essencial por especialistas para garantir um manejo clínico adequado da HPN, uma condição rara e grave que exige intervenções precisas.
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