Boeing é condenada a pagar US$ 29 milhões por acidente com 737 MAX
Júri em Chicago determinou indenização à família de engenheiro da ONU morto na queda do voo 302 da Ethiopian Airlines em 2019.
Pontos principais
- A indenização de US$ 29 milhões foi concedida à família de Michael Ryan, vítima do acidente na Etiópia.
- Naoise Connolly Ryan, viúva da vítima, optou por levar o caso a julgamento em vez de aceitar um acordo sigiloso.
- O acidente com o voo 302 da Ethiopian Airlines resultou na morte de todas as 157 pessoas a bordo.
- A Boeing já havia sido condenada em maio a pagar US$ 49,5 milhões a outra família afetada pelo mesmo desastre.
- A fabricante reconheceu anteriormente que falhas em um software foram determinantes para as quedas fatais do modelo 737 MAX.
Um júri em Chicago condenou a Boeing a pagar US$ 29 milhões à família de Michael Ryan, um engenheiro da ONU que faleceu no acidente do voo 302 da Ethiopian Airlines em 2019. A decisão ocorre após a viúva, Naoise Connolly Ryan, decidir levar o processo civil a julgamento, recusando acordos extrajudiciais propostos pela fabricante. Este veredito reforça a responsabilidade jurídica da empresa sobre as falhas técnicas do modelo 737 MAX, que causaram a morte de 157 pessoas no episódio. A Boeing já havia admitido que problemas em seu software de controle de voo foram fatores críticos para as quedas fatais da aeronave. Em maio deste ano, a companhia foi sentenciada a pagar US$ 49,5 milhões em um caso semelhante, evidenciando o impacto financeiro contínuo das ações judiciais movidas pelas famílias das vítimas.
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