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Trump deixou Turquia em voo secreto após ameaça do Irã

O presidente Donald Trump foi transportado secretamente em um caminhão de catering para um avião militar na Turquia, visando evitar uma ameaça de segurança atribuída ao Irã.

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Foto: G1 Mundo
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10/08 às 22:03, atualizado 11/08 às 10:03

Pontos principais

  • A operação ocorreu em 8 de julho, durante a cúpula da OTAN realizada na Turquia.
  • Trump embarcou no Air Force One oficial diante das câmeras para despistar observadores.
  • O presidente foi transferido para um avião C-32A menor, escondido em um caminhão de transporte de alimentos.
  • A manobra foi motivada por uma ameaça crível de assassinato identificada por autoridades americanas contra o presidente e a aeronave principal.
  • O avião presidencial seguiu viagem para o Reino Unido com a imprensa e funcionários, enquanto Trump viajava sob o indicativo 'Reach 18'.
  • O secretário de Defesa, Pete Hegseth, acompanhou o presidente no voo secreto para reforçar a segurança.
  • Após o pouso no Reino Unido, Trump retornou ao Air Force One para manter a aparência de uma viagem normal.

O presidente Donald Trump realizou uma manobra de segurança sigilosa em 8 de julho para deixar a Turquia, após agências de inteligência dos Estados Unidos identificarem uma ameaça concreta de assassinato atribuída ao Irã. Durante a cúpula da OTAN, o Serviço Secreto americano adotou um protocolo extraordinário para garantir a integridade do presidente, utilizando o Air Force One como uma 'isca' enquanto Trump era transportado secretamente para uma aeronave militar menor. A operação envolveu o uso de um caminhão de catering para mover o presidente entre as aeronaves sem ser detectado por observadores ou pela imprensa presente no local. Enquanto o avião presidencial oficial decolava rumo ao Reino Unido com funcionários e jornalistas a bordo, Trump viajava em um C-32A sob o indicativo 'Reach 18', acompanhado pelo secretário de Defesa, Pete Hegseth. A estratégia foi desenhada para evitar que forças ligadas ao Irã, que teriam como alvo principal o Air Force One, pudessem localizar o presidente durante o trajeto. Ao chegar ao destino final no Reino Unido, Trump retornou à aeronave presidencial para realizar aparições públicas, mantendo a aparência de uma viagem oficial sem intercorrências. O episódio, revelado por autoridades americanas, destaca o nível de tensão nas operações de segurança envolvendo o presidente em viagens internacionais. A Casa Branca não forneceu detalhes adicionais sobre a natureza específica da ameaça, mas o uso de medidas tão drásticas ressalta a seriedade dos riscos de segurança enfrentados pela administração em cenários de alta complexidade geopolítica.

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