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Governo prepara decreto para abertura do mercado livre de energia

Novo decreto permitirá que consumidores residenciais escolham fornecedores de energia a partir de 2028, com previsão de redução na conta de luz.

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Foto: InfoMoney
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10/08 às 18:15

Pontos principais

  • Consumidores residenciais e pequenas indústrias poderão escolher seus fornecedores de energia.
  • Abertura total do mercado para baixa tensão está programada para novembro de 2028.
  • Estimativa do governo aponta redução de 20% a 22% nos custos de energia para os usuários.
  • Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) fará a mediação das operações.
  • Modelo inclui o Supridor de Última Instância (SUI) para assegurar o fornecimento em eventuais falhas.

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, anunciou a iminente assinatura de um decreto que regulamenta a abertura do mercado livre de energia no Brasil. A medida permitirá que consumidores de baixa tensão, incluindo residências e pequenas empresas, escolham livremente seus fornecedores, rompendo o modelo atual de contratação cativa. O cronograma estabelecido pelo governo prevê que a transição seja concluída em novembro de 2028, com a expectativa de gerar uma economia de 20% a 22% nas contas de luz dos consumidores que migrarem para o novo sistema. Para garantir a segurança operacional, a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) atuará na mediação, enquanto a figura do Supridor de Última Instância (SUI) será implementada para assegurar o fornecimento contínuo em casos de falha do comercializador escolhido. Além dessa iniciativa, o governo avalia novas normas para setores estratégicos, como hidrogênio verde e combustíveis sustentáveis.

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