Exportações para a União Europeia crescem 4% após acordo com Mercosul
Geraldo Alckmin celebrou o aumento nas exportações, mas criticou barreiras sanitárias impostas pela União Europeia aos produtos brasileiros.
Pontos principais
- Exportações brasileiras para a União Europeia registraram alta de 4% nos primeiros 60 dias de vigência do acordo com o Mercosul.
- O vice-presidente Geraldo Alckmin classificou exigências sanitárias europeias como uma forma de protecionismo.
- A União Europeia suspendeu a importação de carnes bovina e de frango do Brasil em setembro devido a controles de antimicrobianos.
- O governo brasileiro mantém negociações com os Estados Unidos para reduzir restrições que impactam 15% das exportações nacionais.
O vice-presidente Geraldo Alckmin destacou um crescimento de 4% nas exportações brasileiras para a União Europeia nos dois primeiros meses de vigência do acordo comercial com o Mercosul. Apesar do resultado positivo, o governo brasileiro manifestou preocupação com o que considera barreiras protecionistas disfarçadas de exigências sanitárias. Desde o início de setembro, a União Europeia suspendeu a compra de carne bovina e de frango do Brasil, alegando questões relacionadas ao controle de antimicrobianos, medida contestada pelo governo, que defende a qualidade e a segurança sanitária de sua produção. Paralelamente, a gestão brasileira reafirmou seu compromisso em negociar com os Estados Unidos para reverter restrições que atualmente afetam 15% das exportações nacionais, buscando ampliar o acesso a mercados internacionais e garantir a competitividade dos produtos brasileiros no exterior.
Comentários
Carregando comentários...
