Vale contesta cobrança de R$ 17,7 bilhões em royalties da ANM
A mineradora Vale contesta a notificação da Agência Nacional de Mineração sobre débitos de R$ 17,7 bilhões referentes à CFEM.
Pontos principais
- A ANM notificou a Vale para o pagamento de R$ 17,7 bilhões em royalties de exploração mineral.
- A mineradora tem um prazo de dez dias para apresentar defesa, parcelar ou quitar os valores.
- A Vale afirma que cumpre regularmente com os pagamentos da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM).
- As três maiores notificações individuais somam R$ 12,34 bilhões do montante total cobrado.
- Caso não haja manifestação, o débito pode ser inscrito na Dívida Ativa da União e no Cadin.
A Agência Nacional de Mineração (ANM) notificou a Vale sobre débitos que totalizam R$ 17,7 bilhões referentes à Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM). Em resposta, a mineradora contestou publicamente a cobrança, declarando que os valores não procedem e reforçando que mantém o cumprimento regular de suas obrigações tributárias no setor. A empresa possui um prazo de dez dias para apresentar uma defesa administrativa, solicitar o parcelamento da dívida ou realizar o pagamento integral dos montantes exigidos pelo órgão regulador. O caso ganha relevância pelo volume financeiro envolvido, sendo que apenas três das notificações emitidas pela agência representam R$ 12,34 bilhões do total. Caso a mineradora não tome as providências necessárias dentro do prazo estipulado, o débito poderá ser inscrito na Dívida Ativa da União, o que resultaria na inclusão da companhia no Cadastro Informativo de Créditos Não Quitados do Setor Público Federal (Cadin).
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