Governo de Minas Gerais eleva multa à Vale para R$3,3 milhões por danos ambientais
O governo de Minas Gerais aumentou a multa à Vale para R$3,3 milhões por danos ambientais em minas de Ouro Preto e Congonhas, com suspensão de atividades e investigação de incidente com a CSN.
Pontos principais
- A multa à Vale foi ampliada para R$3,3 milhões pelo governo de Minas Gerais, inicialmente de R$1,7 milhão.
- Os danos ambientais ocorreram devido a extravasamento de água com sedimentos nas minas de Fábrica (Ouro Preto) e Viga (Congonhas) em 25 e 26 de janeiro.
- A decisão considera a reincidência da Vale, que já havia sido multada por situação similar em Brumadinho em agosto de 2023.
- As atividades da Vale nas duas minas foram suspensas preventivamente pela Semad, impactando uma produção anual combinada de 8 milhões de toneladas de minério de ferro.
- A Prefeitura de Congonhas relatou um terceiro vazamento na mina Casa de Pedra da CSN, que a empresa nega, atribuindo o problema à drenagem de estradas e chuvas.
O governo de Minas Gerais elevou a multa imposta à Vale para R$3,3 milhões, em resposta a novos danos ambientais provocados pela mineradora. Os incidentes ocorreram em 25 e 26 de janeiro nas minas de Fábrica, em Ouro Preto, e Viga, em Congonhas, onde houve extravasamento de água com sedimentos. A penalidade foi agravada pela reincidência da empresa, que já havia sido multada em agosto de 2023 por um evento semelhante em Brumadinho.
Os impactos ambientais incluem o assoreamento de afluentes do Rio Maranhão e o lançamento de sedimentos no córrego Maria José. Como medida preventiva, as operações em ambas as minas foram suspensas por tempo indeterminado pela Semad, o que afeta uma produção anual combinada de 8 milhões de toneladas de minério de ferro. Além disso, a Prefeitura de Congonhas reportou um terceiro vazamento na mina Casa de Pedra da CSN, embora a empresa negue, atribuindo-o a fatores naturais.
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