STJ julga hoje possível demissão do ministro Marco Buzzi por assédio
O tribunal decide nesta quinta-feira o futuro de Marco Buzzi, afastado sob acusações de assédio e importunação sexual contra duas mulheres.
Pontos principais
- O STJ avalia a aplicação de pena de demissão ou aposentadoria compulsória ao ministro.
- Buzzi é investigado por denúncias de assédio contra uma jovem de 18 anos e uma ex-funcionária.
- A comissão interna do tribunal recomenda a demissão, enquanto a PGR defende a aposentadoria.
- O julgamento, presidido por Herman Benjamin, exige quórum de 17 votos para a condenação.
- A defesa nega as acusações e apresentou laudo médico para contestar os relatos.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) realiza nesta quinta-feira o julgamento que definirá o futuro do ministro Marco Buzzi, afastado de suas funções desde fevereiro de 2026. O magistrado é alvo de investigações por denúncias de assédio e importunação sexual envolvendo uma jovem de 18 anos e uma ex-servidora do tribunal. A sessão, conduzida pelo ministro Herman Benjamin, será decisiva para determinar se Buzzi sofrerá a pena de demissão, conforme sugerido pela comissão interna do STJ, ou se será aplicada a aposentadoria compulsória, como defende a Procuradoria-Geral da República (PGR). Para a condenação, é necessário o voto favorável de pelo menos 17 ministros da corte. A defesa de Buzzi sustenta a inocência do ministro, classificando as denúncias como falsas e utilizando um laudo médico de disfunção erétil como parte de sua argumentação para refutar as acusações.
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