STJ mantém julgamento de ministro Marco Buzzi por assédio sexual
O STJ negou o adiamento do processo disciplinar contra o ministro Marco Buzzi, afastado por acusações de assédio e importunação sexual.
Pontos principais
- O julgamento do processo administrativo disciplinar contra Marco Buzzi está mantido para a próxima quinta-feira (6).
- A defesa do magistrado solicitou o adiamento do caso, mas o pedido foi negado pela comissão do STJ.
- Buzzi está afastado de suas funções desde fevereiro de 2026 e proibido de frequentar o tribunal.
- O ministro responde a denúncias de assédio e importunação sexual contra duas mulheres, além de injúria.
- A Procuradoria-Geral da República defende a aplicação da pena de aposentadoria compulsória ao magistrado.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou o pedido da defesa do ministro Marco Buzzi para adiar o julgamento do processo administrativo disciplinar que apura condutas de assédio e importunação sexual. Com a decisão, a sessão permanece agendada para a próxima quinta-feira (6). Buzzi, que está afastado de suas atividades desde fevereiro de 2026 e impedido de acessar as dependências do tribunal, enfrenta denúncias envolvendo duas mulheres, além de acusações de injúria. O caso é acompanhado de perto pela Procuradoria-Geral da República, que defende a aposentadoria compulsória do magistrado como sanção. Além do STJ, o processo também é alvo de investigações paralelas conduzidas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pelo Supremo Tribunal Federal (STF), evidenciando a gravidade das alegações contra o integrante da corte.
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