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Ataques dos houthis matam ao menos 30 soldados no Iêmen

Ofensiva rebelde com mísseis e drones contra bases militares em Marib e Hadramout deixou ao menos 30 mortos e ameaça a estabilidade do cessar-fogo no país.

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Foto: G1 Mundo
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06/08 às 10:03 · atualizado 14:45

Pontos principais

  • Ataques coordenados atingiram instalações militares nas províncias de Marib e Hadramout.
  • O grupo rebelde Houthi, apoiado pelo Irã, reivindicou a autoria da ofensiva contra posições governamentais.
  • Fontes oficiais e médicas confirmam pelo menos 30 mortes, com estimativas de até 36 vítimas.
  • A região de Marib permanece como um ponto estratégico central e palco de intensos combates.
  • As províncias atingidas são ricas em recursos naturais, tornando-as alvos prioritários no conflito.
  • A escalada da violência levanta preocupações sobre um possível retorno ao estado de guerra civil aberta no Iêmen.
  • O episódio coloca em risco a frágil trégua que mantinha uma relativa estabilidade no país nos últimos meses.

Pelo menos 30 soldados do governo do Iêmen morreram após uma série de ataques coordenados realizados pelo grupo rebelde Houthi. A ofensiva, que utilizou mísseis e drones, teve como alvo acampamentos militares localizados nas províncias de Marib e Hadramout, áreas estratégicas e ricas em recursos naturais. Segundo informações preliminares, o número de vítimas fatais pode aumentar à medida que as equipes de resgate avançam nas buscas pelos escombros das instalações atingidas. O grupo Houthi afirmou que as ações visavam concentrações militares ligadas à coalizão liderada pela Arábia Saudita.

Este episódio representa uma escalada significativa nas tensões regionais e ameaça romper o cessar-fogo que mantinha uma relativa estabilidade no conflito iemenita. A província de Marib, em particular, tem sido um dos cenários mais críticos da guerra, funcionando como um ponto vital para o controle territorial. Analistas alertam que a agressividade da milícia Houthi, apoiada pelo Irã, coloca em risco os esforços diplomáticos de mediação internacional, elevando o temor de um retorno ao estado de guerra civil aberta no país, que já enfrenta uma das piores crises humanitárias do mundo.

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