Tailândia veta propriedade integral de empresas estrangeiras em satélites
Governo tailandês impõe restrições a empresas americanas, como a SpaceX, em negociações comerciais com a gestão Trump.
Pontos principais
- A Tailândia proibiu que empresas estrangeiras detenham 100% de companhias de satélites no país.
- A decisão foi comunicada durante rodadas de negociações comerciais com o governo dos EUA.
- A medida visa proteger a soberania nacional em setores estratégicos de telecomunicações.
- A SpaceX, de Elon Musk, é um dos principais alvos da nova política de investimentos estrangeiros.
O governo da Tailândia anunciou que não permitirá que empresas estrangeiras operem satélites de telecomunicações com propriedade integral no país. A decisão, comunicada pelo vice-ministro do Comércio tailandês durante conversas comerciais com a administração do presidente Donald Trump, estabelece limites rígidos para o controle de ativos estratégicos por companhias internacionais. A SpaceX, empresa de exploração espacial liderada por Elon Musk, foi citada como um dos alvos potenciais dessa política de restrição de investimentos.
A medida reflete a preocupação das autoridades tailandesas em manter a soberania nacional sobre a infraestrutura de comunicações via satélite. Ao impor barreiras à propriedade 100% estrangeira, o país busca equilibrar as exigências de abertura comercial solicitadas pelos Estados Unidos com a proteção de setores considerados vitais para a segurança interna. O impasse ocorre em um momento de intensas discussões sobre acordos bilaterais e a expansão da presença de empresas de tecnologia americanas em mercados asiáticos.
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