Preço do ouro sobe 1,5% e supera US$ 4.100 por onça-troy
O metal precioso valorizou-se com a expectativa de reabertura do Estreito de Ormuz e a queda nos rendimentos dos títulos do Tesouro americano.
Pontos principais
- O contrato de ouro para dezembro encerrou o pregão em alta de 1,52%, cotado a US$ 4.152,6 por onça-troy.
- A valorização foi impulsionada por sinais de um possível acordo para a reabertura do Estreito de Ormuz.
- Dados do relatório Jolts mostraram 7,359 milhões de vagas de emprego nos EUA, número abaixo das projeções do mercado.
- A queda nos rendimentos dos títulos do Tesouro americano favoreceu a busca pelo ouro como ativo de segurança.
- A redução nas pressões inflacionárias, refletida na queda do petróleo Brent, contribuiu para o movimento do metal.
O preço do ouro registrou alta de 1,52% nesta terça-feira, superando a marca de US$ 4.100 por onça-troy. O movimento foi sustentado por um cenário de incertezas geopolíticas e ajustes na política monetária dos EUA. A expectativa de um acordo para a reabertura do Estreito de Ormuz, somada à divulgação do relatório Jolts — que apontou a criação de 7,359 milhões de vagas de emprego, abaixo do esperado —, reduziu os rendimentos dos títulos do Tesouro americano, tornando o metal precioso um ativo mais atrativo para investidores que buscam segurança. Analistas observam que, embora a economia americana mantenha a força do dólar, a volatilidade no Oriente Médio continua a influenciar o comportamento dos mercados globais, mantendo o ouro como uma alternativa estratégica em momentos de instabilidade.
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