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Preço do ouro sobe 1,5% e supera US$ 4.100 por onça-troy

O metal precioso valorizou-se com a expectativa de reabertura do Estreito de Ormuz e a queda nos rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA.

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Foto: Times Brasil
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04/08 às 16:15 · atualizado 21:32

Pontos principais

  • O contrato de ouro para dezembro fechou a US$ 4.152,6, alta de 1,52%.
  • A valorização foi impulsionada por sinais de um acordo para reabrir o Estreito de Ormuz.
  • Dados do relatório Jolts mostraram 7,359 milhões de vagas de emprego nos EUA, abaixo do esperado.
  • A queda nos rendimentos dos títulos americanos reduziu apostas em alta de juros pelo Fed.

O preço do ouro encerrou o pregão desta terça-feira com alta de 1,52%, atingindo a marca de US$ 4.152,6 por onça-troy. O movimento foi sustentado por uma combinação de fatores geopolíticos e indicadores econômicos nos Estados Unidos, que influenciaram diretamente o comportamento dos investidores em relação a ativos de segurança. A expectativa de um acordo para a reabertura do Estreito de Ormuz, que reduziria tensões globais e pressões inflacionárias, foi um dos principais catalisadores do dia. Paralelamente, a queda no preço do petróleo Brent contribuiu para um ambiente de maior otimismo no mercado. No cenário doméstico americano, o relatório Jolts revelou a abertura de 7,359 milhões de vagas de emprego em junho, um número inferior às projeções de mercado. Esse dado, somado à queda nos rendimentos dos títulos do Tesouro, levou investidores a reduzirem as apostas sobre novos aumentos nas taxas de juros pelo Federal Reserve no curto prazo. A combinação desses fatores reforçou a demanda pelo metal precioso, que continua a ser monitorado como um termômetro da volatilidade geopolítica e das incertezas sobre a política monetária sob a administração do presidente Donald Trump.

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