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Apple enfrenta processo de US$ 32 bilhões por uso de dados biométricos

A Apple será julgada em Illinois por coletar dados faciais de usuários sem consentimento, podendo pagar indenizações bilionárias.

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Foto: TecMundo
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03/08 às 17:45

Pontos principais

  • A Apple é acusada de violar a lei de privacidade biométrica de Illinois ao coletar dados faciais no aplicativo Fotos.
  • A empresa tentou arquivar o processo argumentando que os dados não são identificadores biométricos, mas o pedido foi negado.
  • O processo coletivo alega que a coleta ocorreu sem o consentimento adequado dos usuários.
  • A condenação pode resultar em indenizações que totalizam US$ 32 bilhões.

A Apple enfrentará um julgamento em Illinois, nos Estados Unidos, em um processo coletivo que questiona a legalidade da coleta de dados biométricos de seus usuários. A ação judicial alega que a gigante de tecnologia utiliza informações faciais para o reconhecimento de pessoas no aplicativo Fotos sem obter o consentimento necessário, violando a legislação estadual de 2008 sobre privacidade e biometria. Embora a Apple tenha buscado encerrar o caso sob a justificativa de que os dados processados não se enquadram como identificadores biométricos, o juiz responsável negou o pedido, permitindo que a causa prossiga. Caso a empresa seja condenada, o valor das indenizações pode atingir a marca de US$ 32 bilhões. O desfecho deste caso é acompanhado de perto pelo setor de tecnologia, pois pode estabelecer um precedente rigoroso sobre como grandes empresas gerenciam dados sensíveis de usuários em território americano.

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