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Novo e Missão disputam eleitorado de direita na corrida presidencial

O Partido Novo busca nacionalizar a candidatura de Romeu Zema enquanto enfrenta a concorrência do novo partido Missão, liderado por Renan Santos.

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Foto: InfoMoney
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02/08 às 09:15 · atualizado 19/09 às 18:49

Pontos principais

  • Romeu Zema tenta consolidar sua imagem de outsider e retomar pautas liberais pelo Partido Novo.
  • O partido Missão, fundado por ex-membros do MBL, lançou a pré-candidatura de Renan Santos com foco em segurança e reformas.
  • Ambas as legendas competem pelo eleitorado de direita que busca uma alternativa ao bolsonarismo.
  • O Novo enfrenta desafios com a cláusula de barreira, enquanto o Missão prioriza financiamento via doações online.
  • Renan Santos oficializou chapa 'puro-sangue' com Aroldo Medina, enquanto Zema caminha para definição similar.

A corrida presidencial de 2026 ganha contornos de disputa interna no espectro da direita, com o Partido Novo e o recém-criado Missão buscando atrair eleitores que não se identificam automaticamente com o bolsonarismo. Enquanto o governador Romeu Zema tenta nacionalizar sua imagem de gestor liberal, o Missão, liderado por Renan Santos, adota um discurso mais radical focado em reformas estruturais e segurança pública. A fragmentação desse campo político é acentuada pelas diferentes estratégias de campanha: o Novo depende do fundo eleitoral e enfrenta restrições da cláusula de barreira, ao passo que o Missão aposta em uma estrutura de financiamento baseada em vaquinhas online. Com o prazo para convenções partidárias se encerrando em 5 de agosto, a definição das chapas, incluindo a escolha dos vices, torna-se um passo decisivo para a viabilidade eleitoral e o tempo de propaganda de ambas as legendas.

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