Terremoto de magnitude 7,1 em Kumamoto deixa um morto e 50 feridos
O sismo no sul do Japão causou o colapso de infraestruturas, forçou evacuações em massa e resultou em pelo menos uma morte e 50 feridos na região.
Pontos principais
- O terremoto de magnitude 7,1 atingiu a ilha de Kyushu na última terça-feira.
- Autoridades confirmaram uma morte decorrente do colapso de uma residência e cerca de 50 feridos.
- Cerca de 150 mil pessoas receberam ordens de evacuação devido aos danos estruturais.
- Serviços de transporte, incluindo trens-bala e voos, foram temporariamente suspensos.
- A TSMC evacuou funcionários e suspendeu operações, mas já retomou a produção após vistorias.
- A Agência Meteorológica do Japão descartou o risco de tsunami para a região.
- Equipes de resgate permanecem em alerta monitorando o risco de réplicas sísmicas.
Um terremoto de magnitude 7,1 atingiu a província de Kumamoto, no sul do Japão, na última terça-feira, resultando em uma vítima fatal e cerca de 50 feridos. O abalo sísmico, que afetou severamente a ilha de Kyushu, provocou o colapso de edificações, incluindo residências, além de danos a pontes e cortes de energia. Embora o cenário tenha gerado alertas de emergência em sete prefeituras, a Agência Meteorológica do Japão descartou o risco de tsunami. Cerca de 150 mil moradores foram orientados a buscar centros de evacuação enquanto as autoridades locais seguem avaliando a extensão total dos danos materiais e prestando assistência às vítimas.
A atividade industrial na região também foi impactada pelo evento. A fabricante de chips TSMC suspendeu temporariamente as operações em sua unidade local para realizar verificações de segurança e garantir a integridade de seus funcionários. A empresa confirmou, posteriormente, a retomada da produção após constatar que não houve danos estruturais que impedissem a continuidade das atividades. A interrupção, ainda que breve, destacou a vulnerabilidade da cadeia global de suprimentos de semicondutores a eventos naturais. Equipes de resgate continuam atuando na área afetada, monitorando o risco de deslizamentos e possíveis réplicas sísmicas que possam comprometer ainda mais a infraestrutura da província.
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