Terremoto de magnitude 7,1 deixa 18 mortos na região de Kumamoto, Japão
O forte sismo atingiu a ilha de Kyushu, provocando o colapso de um shopping center e desencadeando uma operação de resgate urgente em busca de sobreviventes.
Pontos principais
- O terremoto de magnitude 7,1 atingiu a província de Kumamoto, no sudoeste do Japão, na última terça-feira.
- O balanço oficial mais recente aponta 18 mortes confirmadas e pelo menos 62 feridos, sendo seis em estado grave.
- Equipes de resgate e militares realizam buscas intensas sob os escombros do shopping Aeon Mall, que colapsou parcialmente.
- Há relatos de uma explosão no shopping center, possivelmente causada por um vazamento de gás decorrente do tremor.
- A primeira-ministra Sanae Takaichi classificou a operação como uma corrida contra o tempo para localizar pessoas presas.
- Cerca de 300 mil moradores foram orientados a evacuar suas residências devido ao risco de réplicas e deslizamentos.
- Autoridades confirmaram que não houve danos ou irregularidades nas usinas nucleares localizadas na região afetada.
Um forte terremoto de magnitude 7,1 atingiu a região de Kumamoto, na ilha de Kyushu, no sudoeste do Japão, na última terça-feira, resultando em um cenário de destruição severa. Até o momento, as autoridades locais confirmaram a morte de 18 pessoas, enquanto dezenas de feridos recebem atendimento médico em hospitais da região. O governo japonês mobilizou equipes de emergência e militares para conduzir uma operação de resgate considerada uma corrida contra o tempo, focada principalmente em áreas onde estruturas colapsaram.
O ponto crítico das operações de busca concentra-se no shopping center Aeon Mall, que sofreu danos estruturais graves e um colapso parcial. Relatos indicam que uma explosão ocorreu no local, possivelmente provocada por um vazamento de gás após o sismo, complicando os esforços das equipes de socorro. Além da busca por sobreviventes sob os escombros, o governo emitiu ordens de evacuação para aproximadamente 300 mil pessoas, visando prevenir novas vítimas diante do risco iminente de réplicas sísmicas e deslizamentos de terra na província.
Apesar da magnitude do evento, o governo japonês assegurou que as usinas nucleares situadas na região afetada não sofreram danos e operam dentro da normalidade. A primeira-ministra Sanae Takaichi reforçou que a prioridade absoluta do Estado é a localização dos desaparecidos e a estabilização das áreas de risco. As autoridades seguem monitorando a situação geológica da ilha de Kyushu, mantendo o estado de alerta máximo enquanto as equipes de resgate continuam a remover escombros em condições desafiadoras.
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