Defesa de Marco Buzzi contesta acusações de assédio sexual no STJ
Advogada do ministro afastado utiliza registros de entrada do tribunal para refutar denúncias de assédio e importunação sexual.
Pontos principais
- O plenário do STJ julgará o processo administrativo contra Marco Buzzi em 6 de agosto.
- A defesa alega que registros de catracas do tribunal contradizem relatos de encontros a sós com a denunciante.
- Buzzi também é alvo de inquéritos no STF sob suspeita de venda de sentenças.
- Advogados argumentam que o contato físico relatado em Santa Catarina foi auxílio por dificuldades motoras.
A defesa do ministro afastado do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Marco Buzzi, apresentou novos argumentos para contestar as denúncias de assédio e importunação sexual que pesam contra ele. Segundo a advogada Maria Fernanda Saad Ávila, os registros de entrada e saída nas catracas do STJ desmentem a versão de que o magistrado permanecia sozinho com a ex-funcionária que o acusa. Além de questionar a credibilidade das testemunhas, a defesa sustenta que episódios de contato físico citados em denúncias ocorreram apenas como suporte necessário devido às limitações motoras do ministro. O caso é acompanhado de perto, já que Buzzi também responde a inquéritos no Supremo Tribunal Federal por suposta venda de sentenças. O julgamento do processo administrativo que definirá o futuro do ministro no tribunal está agendado para o dia 6 de agosto.
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