Romeu Zema critica política externa de Lula e propõe fatiar Petrobras
Pré-candidato à Presidência, Romeu Zema questiona postura do governo frente aos EUA e defende mudanças estruturais na Petrobras.
Pontos principais
- Romeu Zema acusou o governo Lula de passividade diante das recentes ameaças tarifárias impostas pelos Estados Unidos.
- O político criticou o alinhamento diplomático do governo brasileiro com países como Venezuela, Cuba e Irã.
- Zema defendeu o fatiamento da Petrobras como medida para elevar a concorrência e reduzir os preços dos combustíveis.
- O pré-candidato propôs a renegociação das dívidas dos estados com a União, mencionando especificamente Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
- A convenção do Partido Novo para oficializar a candidatura de Zema ao Palácio do Planalto está agendada para 27 de julho.
O governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência, Romeu Zema, intensificou as críticas à gestão do presidente Donald Trump e à política externa do governo Lula. Zema classificou como passiva a postura do Planalto diante das ameaças tarifárias dos Estados Unidos, argumentando que o Brasil deveria adotar uma postura mais assertiva na diplomacia comercial. Além disso, o político questionou a aproximação do governo brasileiro com nações como Venezuela, Cuba e Irã, defendendo um redirecionamento das prioridades internacionais do país. No âmbito econômico, Zema apresentou propostas de longo prazo, incluindo o fatiamento da Petrobras para fomentar a concorrência no setor de energia e a revisão do modelo de pagamento das dívidas estaduais. As propostas integram a plataforma que será formalizada na convenção do Partido Novo, marcada para o final de julho.
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