Plataforma P-52 da Petrobras segue interditada após nove meses
Unidade no campo de Roncador permanece parada devido a vazamento de gás e falhas estruturais, sem previsão de retorno às operações.
Pontos principais
- A plataforma P-52 está fora de operação desde outubro do ano passado.
- A interdição foi motivada por um vazamento de gás inflamável e degradação em risers de gas-lift.
- A ANP exige a comprovação de resolução dos riscos operacionais para liberar a unidade.
- A unidade operava com capacidade de 35 mil barris por dia antes da paralisação.
A plataforma P-52, localizada no campo de Roncador, completa nove meses de interdição total. A medida foi imposta pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) após a identificação de um vazamento de gás inflamável e o desgaste crítico em risers de gas-lift, componentes essenciais para a extração. A Petrobras ainda não apresentou um cronograma para a retomada das atividades, enquanto um grupo de trabalho do Cenpes avalia as soluções técnicas necessárias para sanar os problemas estruturais. A paralisação impacta diretamente a produção da estatal, que contava com a unidade para processar cerca de 35 mil barris diários. A liberação da plataforma depende exclusivamente da comprovação, por parte da companhia, de que todos os riscos operacionais foram mitigados para garantir a segurança dos trabalhadores e a integridade do ativo.
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