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Plataforma P-52 da Petrobras segue interditada após nove meses

Unidade no campo de Roncador está parada desde outubro devido a um vazamento de gás e ainda aguarda avaliações técnicas para retomar a operação.

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Foto: InfoMoney
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25/07 às 19:02

Pontos principais

  • A P-52 está paralisada desde outubro de 2024 após a detecção de um vazamento de gás inflamável.
  • A ANP mantém a interdição da unidade até que a Petrobras comprove a segurança operacional e a correção de falhas nos risers.
  • Antes da interdição, a plataforma produzia cerca de 35 mil barris de petróleo por dia na Bacia de Campos.
  • Um grupo de trabalho no Cenpes avalia as condições de retorno, com prazo para conclusão das análises até outubro deste ano.

A plataforma P-52, localizada no campo de Roncador, na Bacia de Campos, completa nove meses de interdição total. A unidade foi paralisada em outubro do ano passado após a identificação de um vazamento de gás inflamável, o que obrigou a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a suspender suas atividades por questões de segurança. Atualmente, a Petrobras mantém um grupo de trabalho no Cenpes dedicado a avaliar as condições dos risers e a viabilidade técnica para a retomada da produção, com um parecer esperado apenas para outubro de 2026. A paralisação impacta diretamente a produção diária da estatal, que era de 35 mil barris antes do incidente. O caso ocorre em um momento em que a companhia planeja investir US$ 19 bilhões na revitalização de campos maduros na Bacia de Campos entre 2026 e 2030.

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