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Hezbollah critica visita de presidente libanês a Donald Trump

O grupo Hezbollah classificou o encontro entre Joseph Aoun e Trump como um fracasso, alegando ausência de garantias para a retirada de Israel.

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Foto: Times Brasil
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23/07 às 16:31

Pontos principais

  • O Hezbollah descreveu a visita de Joseph Aoun a Washington como um ato de servilismo ao governo dos EUA.
  • O grupo afirma que não houve compromisso concreto para a retirada das forças israelenses do sul do Líbano.
  • O Hezbollah contesta a versão oficial de Beirute sobre um suposto início de retirada das tropas de Israel.
  • Denúncias indicam que forças israelenses mantêm operações em áreas ocupadas, apesar das expectativas diplomáticas.

O Hezbollah manifestou forte descontentamento com a recente visita do presidente libanês, Joseph Aoun, a Washington, onde se reuniu com o presidente Donald Trump. O grupo miliciano classificou a agenda como um fracasso diplomático e um ato de submissão, argumentando que o governo libanês falhou em obter garantias essenciais para a soberania do país, especificamente a retirada das tropas israelenses do sul do Líbano. A tensão é agravada por relatos de confrontos militares e pela acusação de que o governo de Beirute estaria distorcendo incidentes de segurança ao sugerir, erroneamente, que Israel estaria iniciando uma desocupação. A postura do Hezbollah ressalta o profundo racha político interno no Líbano e a desconfiança do grupo em relação à mediação conduzida pela administração Trump no conflito regional.

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