Tarifa de 25% dos EUA ameaça 42% das exportações de sebo bovino
A manutenção de tarifas de 25% pelo governo Trump sobre produtos de reciclagem animal coloca em risco quase metade das exportações brasileiras do setor.
Pontos principais
- A Associação Brasileira de Reciclagem Animal (Abra) aponta que a tarifa de 25% prejudica a competitividade do produto brasileiro.
- O mercado norte-americano representa 42% do volume total de exportações do setor de reciclagem animal do Brasil.
- A exclusão desses produtos das isenções tarifárias dos EUA gera incerteza sobre a viabilidade econômica das vendas futuras.
- O setor busca negociações para reverter a decisão e mitigar prejuízos à agroindústria nacional.
A Associação Brasileira de Reciclagem Animal (Abra) manifestou preocupação com a manutenção da tarifa de 25% imposta pelo governo de Donald Trump sobre produtos de reciclagem animal. A medida, que exclui o setor de isenções tarifárias, impacta diretamente o mercado de sebo bovino, um dos principais itens de exportação do segmento. Com 42% das exportações brasileiras destinadas aos Estados Unidos, a associação alerta que a taxação reduz drasticamente a competitividade do produto nacional frente a outros fornecedores globais. O setor agora articula esforços para reverter a decisão junto às autoridades norte-americanas, visando evitar danos econômicos significativos à cadeia agroindustrial brasileira. A manutenção da tarifa impõe um desafio logístico e financeiro para as empresas que dependem do mercado dos EUA para manter seus níveis de receita e operação.
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