Meituan apoia novas regras contra subsídios em delivery na China
A Meituan declarou apoio a normas chinesas contra subsídios agressivos, enquanto o CADE investiga práticas concorrenciais no setor de delivery brasileiro.
Pontos principais
- O governo chinês implementou diretrizes para limitar subsídios excessivos e práticas monopolistas no setor de entrega.
- A Meituan, operadora da marca Keeta no Brasil, comprometeu-se a cooperar com as novas regulações na China.
- O CADE investiga o iFood por possível descumprimento de um Termo de Compromisso de Cessação (TCC) no mercado brasileiro.
- Autoridades brasileiras analisam como estratégias de subsídios agressivos podem reforçar efeitos de rede e prejudicar a concorrência.
A Meituan, gigante chinesa do setor de delivery e proprietária da marca Keeta, manifestou apoio às novas diretrizes do governo da China voltadas para coibir subsídios agressivos e práticas monopolistas. A empresa afirmou que irá cooperar com a implementação das normas, que buscam equilibrar a competição no mercado local. O movimento ocorre em um momento de escrutínio global sobre o setor de entregas por aplicativos. No Brasil, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) monitora de perto o mercado, preocupado com o impacto de preços predatórios e cláusulas de exclusividade. Atualmente, o órgão investiga o iFood por um suposto descumprimento de um Termo de Compromisso de Cessação (TCC). O CADE publicou uma nota técnica destacando que estratégias de subsídios intensos podem consolidar efeitos de rede, criando barreiras que prejudicam a entrada de novos competidores e a livre concorrência.
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