Governo nega aplicação de novas taxas chinesas à carne brasileira
Ministério da Agricultura esclarece que o Brasil ainda não atingiu o limite de cota que acionaria a tarifa de 55% imposta pela China.
Pontos principais
- O Ministério da Agricultura e Pecuária desmentiu boatos sobre a aplicação de novas taxas à carne bovina brasileira.
- A China estabeleceu uma tarifa de 55% para importações que excedam as cotas anuais, medida anunciada no final de 2025.
- Dados oficiais confirmam que o volume de exportações brasileiras permanece dentro dos limites isentos de sobretaxa.
- O esclarecimento busca conter a desinformação sobre as relações comerciais entre os dois países.
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) emitiu um comunicado oficial para desmentir informações que circulavam sobre a suposta imposição de novas taxas chinesas à carne bovina brasileira. Segundo a pasta, não houve qualquer alteração recente nas condições de importação por parte da China. A confusão decorre de uma medida anunciada pelo governo chinês no final de 2025, que prevê uma tarifa de 55% para produtos que superem as cotas estabelecidas. No entanto, o Brasil ainda não atingiu o volume de exportações necessário para que essa taxação adicional seja acionada. A nota do governo visa trazer segurança ao setor exportador e conter a desinformação que impacta o mercado. A manutenção das relações comerciais com a China é estratégica para o agronegócio brasileiro, sendo o país asiático um dos principais destinos da proteína animal produzida no Brasil.
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