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Anvisa proíbe venda de azeite San Oliveto e doces Fatti a Mano

Agência determinou a apreensão de produtos das duas marcas em todo o país devido a irregularidades sanitárias e cadastrais.

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Foto: Agência Brasil - EBC
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22/07 às 10:02 · atualizado 16:04

Pontos principais

  • A Anvisa proibiu a comercialização de todos os lotes do azeite de oliva extravirgem da marca San Oliveto.
  • A medida contra o azeite foi motivada por falhas na pureza do produto, detectadas em ensaios laboratoriais.
  • Todos os produtos da marca Fatti a Mano foram proibidos por serem fabricados em estabelecimentos sem licenciamento.
  • A importadora do azeite, Comercial Alimentícia e Cerealista Vale do Carioca Ltda, apresenta CNPJ inapto.
  • As decisões foram oficializadas na Resolução (RE) 2.856/2026, publicada no Diário Oficial da União.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quarta-feira, a proibição da comercialização e a apreensão imediata de produtos das marcas San Oliveto e Fatti a Mano em todo o território nacional. A decisão, formalizada pela Resolução (RE) 2.856/2026, visa garantir a segurança sanitária dos consumidores diante de falhas graves identificadas nos processos de fabricação e registro das empresas. No caso do azeite de oliva extravirgem San Oliveto, a proibição decorre de reprovações em ensaios laboratoriais que avaliaram o índice de refração, indicando problemas na pureza do produto. Além disso, a importadora responsável, Comercial Alimentícia e Cerealista Vale do Carioca Ltda, encontra-se com o CNPJ inapto e endereço desconhecido pelos órgãos fiscalizadores. Esta é a segunda vez no ano que a marca de azeite sofre restrições da agência. Paralelamente, a proibição dos doces da marca Fatti a Mano — que incluem itens como doce de leite, cocada, brigadeiro e pé de moleque — foi motivada pela ausência de licenciamento dos estabelecimentos produtores. A medida tem efeito imediato e obriga o recolhimento de todos os lotes disponíveis no mercado, reforçando a necessidade de atenção dos consumidores quanto à procedência dos itens adquiridos.

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