ANS torna obrigatória cobertura de ablação por campo pulsado
A partir de 1º de setembro de 2026, planos de saúde deverão cobrir o procedimento de ablação percutânea para tratamento de fibrilação atrial.
Pontos principais
- A ANS incluiu a ablação percutânea por cateter de campo pulsado no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde.
- A nova regra de cobertura obrigatória entra em vigor no dia 1º de setembro de 2026.
- A medida altera a Resolução Normativa nº 465, de 2021, que define as coberturas mínimas dos planos.
- O procedimento é classificado no grupo de sistemas cárdio-circulatórios e subgrupo de hemodinâmica.
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicou a Resolução Normativa nº 678, que torna obrigatória a cobertura da ablação percutânea por cateter de campo pulsado para pacientes com fibrilação atrial paroxística. A norma, que integra o procedimento ao Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, entra em vigor a partir de 1º de setembro de 2026. A decisão altera a Resolução Normativa nº 465, de 2021, e classifica a intervenção no grupo de sistemas cárdio-circulatórios, dentro do subgrupo de hemodinâmica e cardiologia intervencionista.
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