Romeu Zema defende privatização da Petrobras e modelo de corporation
O pré-candidato à Presidência propõe que o governo abra mão do controle da estatal para aumentar a eficiência e reduzir influências políticas.
Pontos principais
- Romeu Zema sugere que o governo federal mantenha apenas participação acionária para dividendos.
- A proposta visa transformar a Petrobras em uma 'corporation' com gestão privada.
- O político argumenta que a medida elevaria a produtividade e afastaria interferências na gestão.
- Zema negou convite oficial a Michelle Bolsonaro para compor sua chapa como vice.
- A oficialização da candidatura do partido Novo à Presidência está marcada para o dia 27.
Durante visita ao Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) no Rio de Janeiro, o pré-candidato à Presidência Romeu Zema defendeu a privatização da Petrobras. A proposta consiste em retirar o controle estatal da companhia, transformando-a em uma 'corporation' onde o governo federal atuaria apenas como acionista para o recebimento de dividendos. Segundo Zema, o modelo de gestão privada, comparado por ele ao sucesso do agronegócio brasileiro, seria fundamental para aumentar a eficiência operacional e blindar a empresa contra influências políticas diretas. O debate sobre o futuro da estatal ocorre em um momento de articulação política, com a oficialização da candidatura do partido Novo prevista para o dia 27. Além das propostas econômicas, Zema aproveitou a ocasião para esclarecer que não houve convite formal para que Michelle Bolsonaro integre sua chapa como vice-presidente.
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