Guarda Revolucionária do Irã reivindica ataque a data center da AWS
O Irã afirma ter destruído infraestrutura da Amazon no Bahrein como retaliação a ataques dos EUA contra uma usina nuclear iraniana.
Pontos principais
- O Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã assumiu a autoria de um ataque com mísseis de cruzeiro contra instalações da AWS.
- Teerã justificou a ofensiva como resposta a uma suposta investida americana contra a usina nuclear de Darkhuin.
- Além do data center, o Irã alega ter atingido sistemas de defesa aérea e equipamentos militares dos EUA no Bahrein, Kuwait e Jordânia.
- A Amazon ainda não confirmou danos às suas operações ou emitiu um comunicado oficial sobre o incidente.
- O episódio marca uma escalada nas tensões geopolíticas entre os dois países no Golfo Pérsico.
O Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã reivindicou, nesta semana, a destruição de uma infraestrutura central de dados da Amazon Web Services (AWS) localizada no Bahrein. Segundo as autoridades iranianas, a ação foi executada por meio de mísseis de cruzeiro e teria como objetivo retaliar uma suposta ofensiva dos Estados Unidos contra a usina nuclear de Darkhuin, em território iraniano. Até o momento, a Amazon não reconheceu o ataque nem detalhou a extensão de possíveis danos em suas operações na região.
Além do alvo corporativo, o governo do Irã afirmou ter atingido diversos ativos militares norte-americanos no Oriente Médio, incluindo radares e lançadores Patriot no Bahrein e no Kuwait, além de equipamentos de comunicação e uma aeronave F-15 na Jordânia. O incidente ocorre em um momento de alta instabilidade na região, com trocas de ataques entre as forças iranianas e os Estados Unidos. A veracidade das alegações iranianas sobre a destruição de infraestruturas críticas e militares ainda não foi confirmada por fontes independentes ou pelo governo norte-americano.
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