A Guarda Revolucionária do Irã ameaçou atacar empresas americanas e bases militares dos EUA na região a partir de 1º de abril, em retaliação a supostos ataques.
A Guarda Revolucionária do Irã declarou que atacará empresas dos Estados Unidos e bases militares na região a partir de 1º de abril. A ameaça, divulgada pela mídia estatal iraniana, é apresentada como retaliação a supostos ataques contra o Irã. A lista de alvos inclui dezoito empresas, entre elas gigantes da tecnologia e da indústria como Microsoft, Google, Apple, Intel, IBM, Tesla e Boeing. A Guarda Revolucionária aconselhou funcionários e moradores próximos às empresas a evacuarem por segurança.
O Irã afirmou ter bombardeado duas instalações militares dos EUA: um centro de comando próximo à base aérea de Al Minhad, nos Emirados Árabes Unidos, que supostamente abrigava militares norte-americanos, e um alojamento da 5ª Frota naval norte-americana no Bahrein. A Guarda alegou que o centro de comando foi destruído com cerca de 200 oficiais presentes e que os ataques foram realizados com precisão para limitar danos colaterais. O Secretário da Guerra dos EUA, Pete Hegseth, mencionou o abate de dois mísseis iranianos contra oficiais, sem fornecer detalhes. As declarações iranianas não foram confirmadas por autoridades americanas até o momento.
Os ataques estão programados para iniciar às 20h, horário de Teerã, na quarta-feira, 1º de abril. Bases militares dos EUA no Oriente Médio têm sido alvo de bombardeios retaliatórios do Irã desde o início da guerra, levando à evacuação de tropas em janeiro e fevereiro. A força iraniana sustentou que as operações demonstram a vulnerabilidade das posições militares dos EUA na região.
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