Morre aos 100 anos Elza Berquó, pioneira da demografia no Brasil
A pesquisadora e professora emérita da USP faleceu aos 100 anos, deixando um legado fundamental para a demografia e políticas públicas brasileiras.
Pontos principais
- Elza Berquó foi uma das figuras centrais na institucionalização dos estudos demográficos no país.
- A pesquisadora atuou como Professora Emérita da Faculdade de Saúde Pública da USP.
- Seu trabalho acadêmico influenciou diretamente a formulação de políticas públicas de saúde e gênero.
- Berquó completou 100 anos de vida, sendo amplamente reconhecida por sua contribuição científica ao Brasil.
A demografia brasileira perdeu uma de suas maiores referências com o falecimento de Elza Berquó, aos 100 anos. Professora Emérita da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), Berquó foi fundamental para a institucionalização e o desenvolvimento dos estudos demográficos no país. Sua trajetória acadêmica não se limitou ao ambiente universitário, estendendo-se para a esfera pública, onde suas pesquisas serviram de base para a formulação de políticas voltadas às áreas de saúde e gênero. A atuação de Berquó foi decisiva para a compreensão das dinâmicas populacionais brasileiras ao longo das últimas décadas, consolidando um legado científico que impactou diversas gerações de pesquisadores e gestores públicos. Sua morte marca o encerramento de um ciclo de contribuições essenciais para a ciência e o desenvolvimento social do Brasil.
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