ICE intensifica detenções de imigrantes durante Copa do Mundo de 2026
O governo Trump realizou operações recordes de detenção de imigrantes durante a Copa do Mundo, visando evitar repercussão pública durante o evento.
Pontos principais
- Agentes do ICE detiveram 10 mil pessoas em cinco dias no final de junho.
- A estratégia focou em operações discretas e pulverizadas para não afetar a Copa.
- Mortes de imigrantes em Houston e no Maine provocaram críticas de parlamentares.
- O ICE suspendeu temporariamente abordagens a veículos após episódios de violência.
O governo do presidente Donald Trump intensificou as operações de fiscalização migratória durante a Copa do Mundo de 2026. Com o objetivo de manter a visibilidade baixa, o ICE executou ações discretas e descentralizadas, resultando na detenção recorde de 10 mil pessoas em apenas cinco dias no final de junho. O secretário de Segurança Interna, Markwayne Mullin, confirmou que a diretriz estratégica visava garantir a segurança do torneio ao evitar operações próximas aos estádios. A intensificação das atividades, contudo, gerou forte reação política após a confirmação de duas mortes de imigrantes em confrontos com agentes em Houston e no Maine. Em resposta às críticas de parlamentares democratas e à pressão pública, o ICE determinou a suspensão temporária de abordagens a pessoas dentro de veículos em todo o território nacional.
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