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Flexibilização de armas nos EUA gera alerta sobre tráfico para facções

Novas políticas de venda de armas do governo Trump preocupam especialistas quanto ao aumento do tráfico internacional para facções brasileiras.

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Foto: G1 Mundo
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14/07 às 05:02 · atualizado há 35min

Pontos principais

  • O governo Trump planeja facilitar a venda de armas online e via Correios, eliminando a necessidade de conferência presencial de antecedentes.
  • Especialistas em segurança pública alertam que a desregulamentação pode aumentar o desvio de fuzis para o PCC e o Comando Vermelho.
  • Dados do Instituto Sou da Paz apontam os EUA como uma das principais origens de fuzis apreendidos em operações policiais no Brasil.
  • A administração americana classificou facções brasileiras como organizações terroristas, medida que gerou críticas do governo brasileiro.

O governo do presidente Donald Trump tem avançado com medidas de desregulamentação no mercado de armas dos Estados Unidos, incluindo propostas para permitir a venda online e o envio de armamentos pelos Correios, além da redução de exigências para a verificação de antecedentes criminais. Especialistas em segurança pública e pesquisadores alertam que esse afrouxamento nas restrições de exportação e comercialização pode facilitar o tráfico internacional de armas, aumentando o fluxo de fuzis pesados para organizações criminosas brasileiras, como o PCC e o Comando Vermelho. Embora o Brasil enfrente desafios com a produção clandestina local, os Estados Unidos permanecem como uma das principais fontes de armamento de alto calibre apreendido pelas autoridades nacionais. A situação é agravada pela recente classificação dessas facções como organizações terroristas pela gestão Trump, uma decisão que foi recebida com ressalvas pelo governo brasileiro, elevando a tensão sobre a cooperação na segurança regional.

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