Interpol busca ucraniana suspeita de atentado a bomba em Mônaco
A Interpol emitiu um alerta para localizar Anastasiia Berezovska, suspeita de realizar um ataque com pacote-bomba contra um oligarca ucraniano em Mônaco.
Pontos principais
- A Interpol emitiu um alerta vermelho para a prisão de Anastasiia Berezovska, de 39 anos.
- O atentado ocorreu na segunda-feira (29) em um edifício residencial em Mônaco.
- Três pessoas ficaram feridas na explosão, incluindo o oligarca ucraniano Vadim Irmolaiev.
- As vítimas foram transferidas para um hospital em Nice, na França, para tratamento.
- Investigações apontam que a suspeita se disfarçou de homem para executar o crime.
- O alvo principal, Vadim Irmolaiev, é conhecido por sofrer sanções devido a atividades na Crimeia.
- Autoridades judiciais indicam que a suspeita deixou o principado e foi avistada na Alemanha.
- O príncipe Albert II de Mônaco classificou o incidente como um crime atroz e reforçou a segurança.
- Investigadores apuram a possibilidade de a mulher ter contado com cúmplices no planejamento do ataque.
- O caso é tratado como uma prioridade pelas autoridades monegascas e agências internacionais.
As autoridades de Mônaco, em colaboração com a Interpol, intensificaram as buscas por Anastasiia Berezovska, uma cidadã ucraniana de 39 anos apontada como a principal suspeita de um atentado a bomba ocorrido na última segunda-feira. O ataque, executado por meio de um pacote-bomba, atingiu um edifício residencial próximo à fronteira francesa e deixou três pessoas feridas. Entre os feridos está o oligarca ucraniano Vadim Irmolaiev, figura que já era alvo de sanções internacionais por suas atividades comerciais na região da Crimeia. As vítimas foram prontamente encaminhadas para atendimento médico em um hospital na cidade de Nice, na França.
Detalhes da investigação revelam que a suspeita teria utilizado um disfarce masculino para realizar a ação criminosa, o que dificultou a identificação inicial. Após o incidente, informações de inteligência indicaram que Berezovska deixou o território de Mônaco e foi avistada em solo alemão, levando à emissão de um mandado de prisão internacional. O Ministério Público local confirmou que o caso é tratado como uma prioridade absoluta, dada a natureza inédita e violenta do crime no principado, que historicamente mantém baixos índices de criminalidade.
O príncipe Albert II de Mônaco condenou publicamente o atentado, classificando-o como um ato atroz e reafirmando o compromisso do governo com a segurança pública. Enquanto as forças de segurança europeias trabalham para localizar a suspeita, investigadores também analisam a possibilidade de que o ataque não tenha sido planejado de forma isolada, levantando suspeitas sobre a existência de cúmplices. A motivação exata do atentado permanece sob sigilo, mas a conexão do alvo com sanções internacionais e a complexidade da execução sugerem um planejamento meticuloso, mantendo as autoridades em alerta máximo em toda a região.
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