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PF e CGU deflagram 2ª fase de operação contra fraudes no INSS na Bahia

Operação investiga esquema de benefícios previdenciários obtidos com documentos falsos de indígenas, causando prejuízo milionário aos cofres públicos.

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Foto: G1 Política
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09/07 às 08:32 · atualizado há 7min

Pontos principais

  • A Operação Monã cumpre 11 mandados de busca e apreensão nos municípios baianos de Eunápolis e Porto Seguro.
  • Investigação aponta o uso de declarações falsas de identidade indígena para a obtenção irregular de benefícios previdenciários.
  • Dois servidores públicos foram afastados por suspeita de participação direta nas falsificações documentais.
  • A Justiça determinou o bloqueio de R$ 1,5 milhão em bens, enquanto o prejuízo total estimado pode superar R$ 100 milhões.
  • O grupo criminoso também é investigado por realizar empréstimos consignados vinculados aos benefícios fraudulentos.

A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram a segunda fase da Operação Monã, focada em desarticular uma organização criminosa especializada em fraudes contra o INSS na Bahia. A investigação aponta que o grupo utilizava declarações falsas de identidade indígena para obter benefícios previdenciários de forma irregular. Além do impacto direto nos cofres da Previdência, os suspeitos teriam utilizado esses registros para contrair empréstimos consignados, ampliando o dano financeiro ao sistema. A Justiça Federal autorizou o cumprimento de 11 mandados de busca e apreensão em Eunápolis e Porto Seguro, além do bloqueio de R$ 1,5 milhão em ativos dos envolvidos. O esquema, que conta com a participação de servidores públicos agora afastados de suas funções, gerou um prejuízo estimado que pode ultrapassar a marca de R$ 100 milhões aos cofres públicos.

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