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Itaúsa avalia aporte de até R$ 1,5 bilhão em aumento de capital da Aegea

A Aegea convocou assembleia para deliberar sobre aumento de capital de até R$ 2,1 bilhões, com potencial participação da holding Itaúsa.

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Foto: Folha de São Paulo - Mercado
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07/07 às 09:33 · atualizado há 3min

Pontos principais

  • A Aegea propôs um aumento de capital social entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2,1 bilhões.
  • A operação será realizada por meio da emissão de novas ações ordinárias ao preço de R$ 55,29 por papel.
  • A Itaúsa, que detém 13% da Aegea, avalia investir entre R$ 730 milhões e R$ 1,5 bilhão no processo.
  • A Assembleia Geral Extraordinária para decidir sobre o aporte está marcada para o dia 28 de julho.
  • O montante final a ser subscrito pela Itaúsa dependerá da participação dos demais acionistas da companhia.
  • A estrutura acionária da Aegea conta ainda com a Equipav (52%) e o fundo soberano de Cingapura, GIC (35%).
  • A Itaúsa informou que utilizará recursos de seu próprio caixa e não prevê impactos relevantes em seu resultado financeiro de 2026.

A Aegea, líder no setor privado de saneamento no Brasil, convocou seus acionistas para uma Assembleia Geral Extraordinária no dia 28 de julho. O objetivo do encontro é deliberar sobre um aumento de capital social que pode atingir R$ 2,1 bilhões. A operação, estruturada via emissão de novas ações ordinárias ao preço unitário de R$ 55,29, visa fortalecer a estrutura financeira da companhia e auxiliar em sua estratégia de desalavancagem. Atualmente, o controle da empresa é dividido entre a Equipav, com 52% das ações, o fundo soberano de Cingapura, GIC, com 35%, e a holding Itaúsa, com 13% de participação.

A Itaúsa comunicou ao mercado que analisa a possibilidade de participar do aporte, estimando um investimento entre R$ 730 milhões e R$ 1,5 bilhão. Segundo a holding, o valor final dependerá da subscrição pelos demais acionistas e será custeado integralmente por recursos de seu próprio caixa. A movimentação reforça a estratégia da Itaúsa de manter alocação de capital em setores de infraestrutura e saneamento. A empresa ressaltou, contudo, que não espera impactos relevantes em seu resultado financeiro de 2026 decorrentes desta operação, mantendo sua perspectiva de estabilidade operacional enquanto apoia o crescimento da Aegea.

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