A Aegea anunciou a revisão de seus balanços financeiros, resultando em um ajuste negativo de R$ 5 bilhões em seu patrimônio líquido consolidado. A reestruturação contábil afetou diretamente a Itaúsa, acionista minoritária, que registrou uma redução de R$ 700 milhões em seu próprio patrimônio. Em resposta à instabilidade financeira gerada pelo episódio, agências de risco como S&P, Fitch e Moody’s rebaixaram a nota de crédito da companhia de saneamento, forçando o adiamento de seu IPO de 2026 para 2027. O cenário é agravado por investigações em curso sobre supostos pagamentos de propina entre 2010 e 2018, período em que a empresa já havia firmado acordo de leniência com o Ministério Público Federal. Recentemente, Hamilton Amadeo renunciou ao conselho da Copasa após ser citado em delações relacionadas à sua gestão na Aegea.
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