A holding Itaúsa registrou um impacto negativo de R$ 700 milhões em seu patrimônio líquido como reflexo direto de uma revisão contábil realizada pela Aegea, empresa de saneamento na qual possui participação. A Aegea optou por reapresentar demonstrações financeiras anteriores, resultando em uma redução de R$ 5 bilhões em seu patrimônio consolidado. Segundo a companhia, as alterações decorrem de novos critérios no reconhecimento de receitas e outros ajustes técnicos, embora a empresa tenha reforçado que a medida não compromete sua liquidez ou capacidade de geração de caixa. Apesar da magnitude do ajuste, a Itaúsa classificou o impacto como imaterial para suas contas. Em resposta à reavaliação contábil, agências de classificação de risco, incluindo S&P, Fitch e Moody’s, rebaixaram os ratings da Aegea. Além disso, o CEO Radamés Casseb confirmou que o plano de IPO da empresa foi adiado para 2027.
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