Diretora da Fiesp questiona viabilidade do fim da escala 6x1 no Senado
Luciana Nunes Freire, da Fiesp, argumentou que o fim da escala 6x1 prejudicaria o funcionamento de serviços essenciais aos sábados.
Pontos principais
- A diretora jurídica da Fiesp, Luciana Nunes Freire, participou de debate sobre a jornada de trabalho no Senado Federal.
- Freire utilizou o exemplo de salões de beleza para ilustrar possíveis impactos negativos da redução da jornada.
- A executiva questionou como o setor de serviços manteria o atendimento aos sábados caso a mudança na escala fosse aprovada.
- O argumento focou na dificuldade de conciliação entre a jornada dos trabalhadores e a demanda de clientes que folgam aos finais de semana.
Durante audiência no Senado Federal voltada à discussão sobre o fim da escala 6x1, a diretora jurídica da Fiesp, Luciana Nunes Freire, manifestou preocupação com os impactos da medida no setor de serviços. A executiva utilizou o exemplo de salões de beleza para argumentar que a alteração na jornada de trabalho poderia inviabilizar o funcionamento desses estabelecimentos aos sábados, dia de maior demanda do público. Segundo Freire, a mudança afetaria diretamente a rotina de clientes que dependem desses serviços justamente em seus dias de folga. O debate reflete a resistência de setores produtivos diante das propostas de redução da jornada laboral, que buscam equilibrar a qualidade de vida dos trabalhadores com a manutenção da viabilidade operacional das empresas brasileiras em um cenário de alta demanda por serviços aos finais de semana.
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