CEO da Malwee critica taxação sobre transporte de resíduos têxteis
Gabriela Rizzo afirma que impostos sobre o transporte de lixo têxtil falham em incentivar a economia circular na indústria da moda brasileira.
Pontos principais
- Gabriela Rizzo, CEO do Grupo Malwee, contesta a eficácia da atual política tributária sobre resíduos têxteis.
- A executiva argumenta que a taxação do transporte não estimula o reaproveitamento de materiais pelo setor.
- O Grupo Malwee busca alternativas mais eficientes para promover a sustentabilidade na cadeia produtiva.
- O debate destaca os desafios logísticos e fiscais enfrentados pelas empresas de moda no Brasil.
A CEO do Grupo Malwee, Gabriela Rizzo, manifestou críticas à atual estrutura tributária aplicada ao transporte de resíduos têxteis no Brasil. Segundo a executiva, a taxação sobre a logística desses materiais não contribui para o avanço da economia circular, uma vez que o custo adicional não se traduz em incentivos reais para o reaproveitamento de resíduos pela indústria da moda. O posicionamento do grupo reforça a necessidade de revisar as políticas públicas voltadas à sustentabilidade no setor. A discussão evidencia os obstáculos logísticos e fiscais que as empresas enfrentam ao tentar implementar práticas mais sustentáveis em larga escala. Para o Grupo Malwee, é fundamental que o governo adote medidas mais eficazes que fomentem a reciclagem e a reutilização de tecidos, superando as barreiras impostas pela carga tributária atual sobre a movimentação de resíduos.
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