O setor têxtil brasileiro manifestou forte preocupação com a possibilidade de revisão da chamada 'taxa das blusinhas', que incide sobre importações de até US$ 50. Segundo Fernando Valente Pimentel, diretor da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), a medida prejudica a competitividade da produção nacional frente aos produtos asiáticos, que enfrentam uma carga tributária significativamente menor. A entidade argumenta que o governo deveria priorizar a redução de impostos para quem produz no país, em vez de manter benefícios que, segundo o setor, não resultaram nos investimentos prometidos pelas plataformas internacionais após a implementação do programa Remessa Conforme. Diante desse cenário, a Abit intensificou a pressão junto ao Congresso Nacional por medidas que assegurem a simetria tributária, defendendo que a indústria local precisa de condições equitativas para manter sua viabilidade e capacidade de geração de empregos no mercado interno.
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