Produtores pernambucanos temem que a remoção da taxa sobre importados aumente a concorrência e prejudique o emprego no setor têxtil local.
O anúncio do governo federal sobre o fim da chamada 'taxa das blusinhas' gerou apreensão no polo de confecções do Agreste pernambucano. Como um dos pilares econômicos da região e o segundo maior polo têxtil do país, o setor teme que a facilitação de importados desequilibre a competitividade dos produtos nacionais. Com cerca de 200 mil postos de trabalho dependentes da indústria local, empresários buscam esclarecimentos sobre como a nova política de preços impactará a demanda interna. Além dos desafios econômicos, a medida traz um componente de instabilidade política para o governo Lula, que enfrenta críticas de produtores preocupados com a manutenção de seus negócios e a preservação dos empregos na região diante da concorrência internacional.
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