Ações do BRB acumulam queda de 92% em meio a crise bilionária
O Banco de Brasília enfrenta desvalorização acentuada e investigações por corrupção, enquanto o GDF busca capital para salvar a instituição.
Pontos principais
- As ações do BRB atingiram R$ 3,02, acumulando perda de 92% em cinco anos.
- A Operação Compliance Zero apura prejuízos de R$ 8,8 bilhões em suposto esquema com o Banco Master.
- O ex-presidente do banco, Paulo Henrique Costa, segue preso por corrupção e lavagem de dinheiro.
- O Governo do Distrito Federal negocia um aporte de R$ 6,6 bilhões para recapitalizar o banco.
- A ausência do balanço financeiro de 2025 intensifica a desconfiança do mercado.
O Banco de Brasília (BRB) atravessa um período de grave instabilidade financeira e jurídica, refletido na desvalorização de 92% de suas ações nos últimos cinco anos, cotadas atualmente a R$ 3,02. A crise é agravada pela Operação Compliance Zero, que investiga um suposto esquema de corrupção envolvendo a instituição e o Banco Master, com prejuízos estimados em R$ 8,8 bilhões. O ex-presidente do banco, Paulo Henrique Costa, permanece detido sob acusações de lavagem de dinheiro e corrupção. Diante do cenário crítico, o Governo do Distrito Federal articula um empréstimo de R$ 6,6 bilhões para tentar recapitalizar o banco. A incerteza é amplificada pela falta de divulgação do balanço financeiro de 2025, o que mantém investidores em estado de alerta e pressiona a governança da instituição financeira.
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