Casa da Moeda registra prejuízo de R$ 63,5 milhões com queda na demanda
A redução na produção de cédulas, causada pelo avanço dos pagamentos digitais, gerou um prejuízo de R$ 63,5 milhões à Casa da Moeda do Brasil.
Pontos principais
- A Casa da Moeda do Brasil acumulou um prejuízo de R$ 63,5 milhões desde o ano passado.
- A queda na demanda por papel-moeda está ligada à redução do contrato com o Banco Central.
- O volume de produção de cédulas físicas sofreu uma redução média de 7,5%.
- O crescimento dos meios de pagamento digitais é o principal fator para a menor circulação de dinheiro físico no país.
A Casa da Moeda do Brasil (CMB) reportou um prejuízo acumulado de R$ 63,5 milhões desde o último ano, reflexo direto da diminuição na demanda por papel-moeda. Esse cenário é impulsionado pela redução do contrato de fornecimento com o Banco Central e por uma queda média de 7,5% no volume de produção de cédulas. A tendência reflete a transição acelerada do sistema financeiro brasileiro para transações eletrônicas e meios de pagamento digitais, que têm substituído o uso de dinheiro em espécie no cotidiano da população. A estatal enfrenta agora o desafio de adaptar sua operação a um mercado onde a circulação de moeda física perde espaço para alternativas digitais, impactando diretamente a sustentabilidade financeira da instituição e a necessidade de reestruturação de suas atividades produtivas.
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