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Cerca de 8 mil marinheiros seguem retidos no Estreito de Ormuz

Mesmo após o cessar-fogo entre EUA e Irã, 8 mil marinheiros permanecem presos no Golfo Pérsico há mais de 120 dias em condições críticas.

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Foto: Bloomberg - Markets
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03/07 às 04:45 · atualizado 12:15

Pontos principais

  • Aproximadamente 8.000 tripulantes seguem retidos em navios mercantes após 120 dias de conflito.
  • A reabertura do Estreito de Ormuz permanece instável devido a ataques esporádicos e falta de garantias de segurança.
  • Tripulantes enfrentam racionamento de suprimentos, isolamento prolongado e medo constante de ataques.
  • A Organização Marítima Internacional suspendeu planos de evacuação pela ausência de corredores seguros.
  • A escassez de tripulações substitutas e a complexidade logística dificultam o retorno dos trabalhadores.

Cerca de 8.000 marinheiros permanecem retidos no Estreito de Ormuz, enfrentando um bloqueio que já ultrapassa 120 dias. A situação, que persiste mesmo após o cessar-fogo firmado entre o Irã e os Estados Unidos, sob a gestão de Donald Trump, mantém-se crítica devido à instabilidade na região e à ocorrência de ataques esporádicos. Relatos indicam que as tripulações enfrentam racionamento de suprimentos e isolamento prolongado em meio ao medo de novos disparos de mísseis e drones. A Organização Marítima Internacional (IMO) chegou a suspender um plano de evacuação devido à falta de corredores seguros e garantias de proteção por parte das autoridades iranianas. O impasse, agravado pela escassez de tripulações substitutas e pela complexidade logística, continua a impactar a cadeia de suprimentos global e a colocar em risco a segurança dos trabalhadores marítimos.

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