BofA reduz projeção para petróleo, mas mantém recomendação de compra na Petrobras
O banco revisou para baixo o preço do barril de Brent para 2026, mas reiterou Petrobras e PRIO como favoritas no setor de óleo e gás.
Pontos principais
- O Bank of America reduziu a projeção do barril de Brent para 2026 de US$ 93 para US$ 82.
- A revisão foi motivada pela reabertura do Estreito de Ormuz, impactando o cenário global de oferta.
- Preços-alvo de petroleiras brasileiras foram cortados em média 15% pelo banco.
- Petrobras e PRIO mantêm recomendação de compra, com o BofA destacando a governança da estatal.
- Brava Energia e PetroReconcavo receberam visões mais cautelosas devido a riscos de execução.
O Bank of America (BofA) revisou suas estimativas para o mercado de petróleo, reduzindo a projeção para o barril de Brent em 2026 de US$ 93 para US$ 82. A mudança reflete a reabertura do Estreito de Ormuz, fator que pressionou os preços-alvo das empresas do setor no Brasil em cerca de 15%. Apesar do cenário mais conservador, o banco reiterou a recomendação de compra para Petrobras e PRIO, citando a robustez da governança na estatal brasileira como um fator de mitigação para riscos políticos. Em contrapartida, o banco adotou uma postura mais cautelosa em relação à Brava Energia e PetroReconcavo, apontando desafios operacionais e de crescimento. Enquanto isso, empresas argentinas como Vista Energy e YPF continuam sendo destacadas como preferidas, impulsionadas pelo atual contexto macroeconômico da Argentina.
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