O setor de petróleo na América Latina segue no radar dos grandes bancos de investimento, com o Goldman Sachs reiterando sua recomendação de compra para a Petrobras. A instituição destaca que a estatal brasileira apresenta um cenário favorável impulsionado pelo aumento consistente na produção e por uma forte geração de caixa. Paralelamente, o JPMorgan atualizou suas perspectivas para as petroleiras independentes, mantendo a PRIO como sua principal escolha no segmento, enquanto adota uma postura neutra para Brava Energia e PetroRecôncavo, citando preocupações com governança e estratégias de hedge. O otimismo dos analistas é sustentado por melhorias na governança de estatais regionais, como YPF e Ecopetrol. Entretanto, o mercado mantém cautela quanto aos riscos sistêmicos, incluindo a volatilidade dos preços da commodity e as incertezas políticas decorrentes dos ciclos eleitorais na América Latina.
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