Instituições financeiras alegam que o limite de juros proposto pelo governo torna o crédito consignado CLT inviável para trabalhadores de baixa renda.
O governo federal busca implementar um teto de 1,99% ao mês para os juros do crédito consignado voltado a trabalhadores com carteira assinada, visando reduzir o custo do endividamento das famílias. No entanto, a proposta enfrenta forte resistência do setor bancário. Instituições financeiras sustentam que a limitação da taxa torna a operação economicamente inviável, especialmente para o público de baixa renda, devido aos custos operacionais e aos desafios na execução das garantias oferecidas no contrato. A preocupação central é que, diante da falta de rentabilidade, os bancos optem por não oferecer a modalidade, o que pode restringir o acesso ao crédito para o trabalhador que a medida pretendia beneficiar. O impasse coloca em xeque a efetividade da política pública, que agora depende de novas negociações entre o governo e o mercado financeiro para viabilizar a oferta do produto.
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